Write blackbox tests
(Somente qa-blackbox) Escreve os testes de aceitação usando APENAS requirements.md e os contratos do design.md — proibido ler src/ e docs/context/. Use em paralelo à implementação, quando pedirem 'testes do PBI', 'testes de aceitação', 'cubra os critérios'.From its SKILL.md
npx -y skills add cleudice/kiro-ai-team --skill write-blackbox-testsAssembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.
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- 22 days oldThe repository was created 22 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
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SKILL.md
2.9 KB, 789 tokens by cl100k_base, as published. Nobody here has run it
write-blackbox-tests
Restrições rígidas
- Fontes permitidas:
requirements.md,design.md(contratos), tech.md (como rodar testes). Proibido: qualquer arquivo desrc/, diffs, conversa dos devs. - Precisa olhar o código para escrever o teste? → a spec está incompleta: devolver ao spec-analyst com a lacuna (contrato ausente, critério vago).
Passos
- Pré-flight: confirmar o worktree do QA (
.kiro/scripts/worktree.sh start <PBI> --qajá rodado — checkout SEMsrc/, branchqa/pbi/<ID>; peça ao orchestrator se não existir) — mesmo quando o design decidiu zero mudança emsrc/e todas as tasks são suas. Nunca escrever teste no worktree do dev nem no working tree do repo principal: o checkout semsrc/é o que torna o black-box invariante física, não disciplina. Commite os testes na branchqa/pbi/<ID>; a mesclagem empbi/<ID>acontece antes do merge-gate. - Mapear 1 critério EARS → ≥1 teste. Tabela de rastreabilidade R#.# → teste.
- Escrever contra os contratos públicos do design (endpoint, interface, procedure) no framework de teste do repo.
- Incluir casos de erro e borda declarados nos critérios.
- Salvar: código no diretório de testes; especificação + rastreabilidade em
docs/tests-spec/<slug>.md(nome exato — é o quecheck-gates.shprocura para o gate G1). - Quando nenhuma task de
dev-*existir no PBI (design decidiu zero mudança de produção), você também é dono do gate G2 (verify-change) — rodar a suíte de verdade e produzirdocs/reviews/<PBI>-verify.md(skillverify-change).
Saída — docs/tests-spec/<slug>.md
# Tests spec — <slug> (PBI-<id>)
Executor: qa-blackbox. Escrito só a partir de requirements.md/design.md.
## Rastreabilidade R#.# → teste
| Critério | Arquivo de teste | Testes |
| --- | --- | --- |
| R1.1, R1.2 | <Classe>Tests.cs | N |
## Fixtures (se houver)
<arquivo> — <propósito>
## Cobertura
Total de testes / critérios cobertos. Lacuna encontrada (contrato ausente, critério vago) → registrar aqui e devolver ao spec-analyst, nunca inventar.
Regras
- Teste deve falhar de forma diagnóstica (mensagem aponta o critério violado).
- Nunca ajustar teste para acomodar implementação — o sentido é o inverso.
- Código de teste é código: nomes de classe/método, comentários e mensagens seguem o idioma do código-fonte real, não o idioma padrão do time nem da spec/brief. Detecte o idioma pelos contratos públicos já citados em
design.md(nomes de tipo/método/parâmetro são cópia literal da API real) — nunca abrasrc/só pra checar idioma, isso já viola a restrição rígida acima.
What ships with it
Read from the repository
Just SKILL.md. No reference files, no scripts.