Review spec
Time de IA governado para o Kiro — agentes com papéis separados, specs EARS, testes black-box e gates mecânicos de merge, do ticket ao deploy.
npx -y skills add cleudice/kiro-ai-team --skill review-specAssembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.
2 things to look at
- 16 days oldThe repository was created 16 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
- 0 stars0 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.
What its author says it does
Copied from the file, not written here
(Somente reviewer-spec, sessão limpa) Compara o diff do PBI com requirements.md critério a critério — pega requisito esquecido e scope creep. Use quando pedirem 'revisão de requisitos', 'o diff cobre a spec?', 'conferência de conformidade', antes do merge-gate. Também no modo DRAFT (G0): 'revise a spec antes de implementar', 'a spec está pronta pra congelar?' — revisão adversarial de requirements+design ANTES das tasks.
SKILL.md
2.9 KB, as published. Nobody here has run it
review-spec
Modo draft (G0) — revisar a spec ANTES da implementação
Sem isto, a spec é a única etapa do ciclo em que alguém (o spec-analyst) aprova o próprio trabalho — e é a etapa mais cara de errar: o qa-blackbox depende 100% dela, e a revisão pós-diff (G3) só pega a lacuna quando o retrabalho já custa um ciclo inteiro.
- Entrada:
requirements.md+design.mddo PBI (antes dewrite-taskscongelar). NÃO ler a conversa do spec-analyst. - Checar: cada critério EARS é testável sem olhar implementação? Todo contrato público do design tem assinatura + entradas + TODAS as saídas (incl. erro) +
Cobre: R#.#? Algum R#.# sem contrato que o cubra? Ambiguidade que forçaria o dev a decidir sozinho? - Saída —
docs/reviews/<PBI>-spec-draft.md, mesmo formato de âncoras abaixo (Veredicto:na primeira linha; sem linhaCommit:— ainda não há diff). REPROVADO devolve ao spec-analyst com as lacunas; APROVADO liberawrite-tasks.
check-gates.sh avisa (não reprova, nesta versão) quando um PBI de trilho feature chega ao merge-gate sem G0.
Passos
- Entrada: diff completo do PBI (
git diff main...pbi/<ID>) + requirements.md. NÃO ler a conversa dos devs. - Para cada critério EARS:
coberto | parcial | ausente+ evidência (arquivo:trecho). - Atenção especial a não-funcionais fáceis de esquecer: persistência, validação, tratamento de erro, permissão, i18n.
- Checar também o inverso: o diff faz algo que NENHUM requisito pede? (scope creep → apontar)
Saída — docs/reviews/<PBI>-spec.md
Primeira linha, sem nada antes — é a âncora que check-gates.sh procura (G3):
Veredicto: APROVADO
ou
Veredicto: REPROVADO
<!-- sync: veredicto-commit (idêntico em review-spec e review-code; selftest confere) -->
Segunda linha, sempre: Commit: <sha do último commit de CÓDIGO de pbi/<ID>> (commits que só tocam docs/reviews/**/docs/tests-spec/** não contam — é contra esse sha que check-gates.sh valida). Código novo commitado depois invalida a aprovação; revise de novo.
Depois: tabela critério→status→evidência + lacunas acionáveis. Nunca escrever a palavra do veredicto oposto solta no corpo do texto (ex.: "sem nada REPROVADO aqui") — isso quebraria a leitura mecânica do gate.
Regras
- Qualquer
ausente= REPROVADO, mesmo com código impecável. - Não corrige, não sugere implementação — só conformidade.