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Merge gate

Skill cleudice/kiro-ai-team/skills/merge-gate

Checklist final mecânico do PBI — executa scripts/check-gates.sh (G1–G4 por evidência em disco), orienta a regressão G5 e só então autoriza o merge serializado. Use quando perguntarem "pode mesclar?", "merge do PBI X", "fecha o PBI", "passou nos gates?". Somente o agente orchestrator.From its SKILL.md

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npx -y skills add cleudice/kiro-ai-team --skill merge-gate

Assembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.

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SKILL.md

5.1 KB, ~1.5k tokens by cl100k_base, as published. Nobody here has run it

merge-gate

Passos

  1. Obter o comando de testes do tech.md do projeto.
  2. Resolver onde a engine está instalada (necessário nos escopos hybrid/global, onde não é .kiro/skills/... direto — ver .kiro/scripts/kiro-paths.sh) e executar: ENGINE="$(bash .kiro/scripts/kiro-paths.sh)"; bash "$ENGINE/skills/merge-gate/scripts/check-gates.sh" <PBI> <slug> --test-cmd "<cmd>" [--track manutencao] Antes de rodar: se existir a branch qa/pbi/<PBI> (worktree QA em checkout sem src/), mescle-a em pbi/<PBI> no worktree do dev (git merge qa/pbi/<PBI>) — os testes do qa-blackbox precisam estar na branch que os gates avaliam. Escapes explícitos (nunca o default; todos ficam registrados em docs/reviews/<PBI>-gate.md): --no-new-criteria "<motivo>" (manutenção sem critério de aceitação novo — sem a flag, ausência de docs/tests-spec/<slug>.md REPROVA o G1) e --allow-blocked "<motivo>" (G2 com BLOCKED legítimo por falta de ambiente de smoke, ex.: legado WebForms/IIS). Sem --repo, o script resolve sozinho o worktree do PBI a partir da branch pbi/<ID> (git worktree list) e roda G1–G4 lá — nunca no diretório corrente por acidente. Se a branch existir sem worktree registrado, ele reprova cedo com a instrução de rodar .kiro/scripts/worktree.sh start <PBI>; não avance manualmente por cima disso. O script decide G1–G4 deterministicamente (exit 0/1). Não interprete além do script: sem evidência em disco = reprovado.
  3. Exit 1 → devolver ao papel dono do gate reprovado com a saída do script; registrar em docs/reviews/<PBI>-gate.md. FIM.
  4. Exit 0 (G1–G4 aprovados) → G5 é bloqueante por padrão: sem log de regressão, o próprio check-gates.sh já teria saído 1. Produza o log de verdade: na branch alvo, git merge --no-commit --no-ff pbi/<PBI> + suíte completa; git merge --abort em seguida (nunca deixar o merge não-commitado pendente). Registre o resultado com a linha-âncora G5: PASS ou G5: FAIL e, na linha seguinte, Commit: <sha do HEAD de pbi/<PBI> no momento do merge simulado> (git rev-parse pbi/<PBI>) — sem isso check-gates.sh reprova (B2: evidência precisa amarrar ao commit que vai mesclar de verdade). Revalide com check-gates.sh <PBI> <slug> --g5-log <arquivo>. Sem ambiente de integração disponível para simular o merge (caso raro, ex.: repo sem CI acessível): --skip-g5 "<motivo>" é o único escape — explícito e registrado em docs/reviews/<PBI>-gate.md, nunca silencioso.
  5. Verde (G5 real ou --skip-g5 registrado) → antes de mesclar, garanta que a evidência está commitada em pbi/<PBI> (docs/reviews/<PBI>-*.md, docs/tests-spec/<slug>.md) — commit só de paperwork (não invalida o vínculo evidência↔commit do B2, ver check-gates.sh). Sem isso, .kiro/scripts/worktree.sh finish já recusa remover o worktree (aborta em alterações não commitadas) — não contorne com --force pra "resolver" o aviso; commite de verdade. Aí sim: efetivar o merge de fato (serializado — um PBI por vez), git push origin <branch principal> e só então .kiro/scripts/worktree.sh finish <PBI> — o finish verifica merge-base --is-ancestor contra origin/<main>, então merge local sem push aborta com "não está mergeada em origin/<main>"; a resposta é o push, nunca --force. Vermelho → devolver ao dev.
  6. Após o merge efetivo: atualizar status: merged no brief docs/issues/<ID>.md, check-gates.sh bump-counter (agenda audit-integration a cada 5; após a auditoria acontecer, quem rearma é o auditor com check-gates.sh reset-counter) e acionar resolve-issue.

Saída — docs/reviews/<PBI>-gate.md (reprovação — passo 3 — ou registro de escape)

# Merge Gate — <PBI> (<slug>)
Executor: orchestrator  Data: <data>  Veredicto: REPROVADO
## Saída do check-gates.sh
<colar a saída completa do script — não resumir, não reinterpretar>
## Gate(s) reprovado(s) e devolvido(s) para
- G<n> → <papel dono> — <o que falta em disco>

G5 verde e merge efetivado: não precisa gerar este arquivo — a evidência do sucesso já é o próprio commit de merge + os arquivos G1–G4 que passaram. Exceção: se algum escape foi usado (--skip-g5, --no-new-criteria, --allow-blocked), o próprio check-gates.sh grava (idempotente, entre marcadores) o bloco de escapes neste arquivo — é o registro permanente de que o merge passou com dispensa explícita.

Regras

  • Este gate não avalia qualidade — confere evidência. O julgamento já aconteceu nos papéis anteriores.
  • Nunca editar os arquivos de docs/reviews/ para "fazer passar".
  • .kiro/scripts/worktree.sh finish --force nunca é resposta pro aviso de "alterações não commitadas" contendo evidência de gate — isso apaga a prova de que os gates passaram. --force é só pra descartar de propósito um worktree abandonado/errado.

What ships with it: 1 file

16.6 KB alongside SKILL.md, 1 of them executable

scripts/

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