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Merge gate

Skill cleudice/kiro-ai-team/skills/merge-gate

Time de IA governado para o Kiro — agentes com papéis separados, specs EARS, testes black-box e gates mecânicos de merge, do ticket ao deploy.

Install
npx -y skills add cleudice/kiro-ai-team --skill merge-gate

Assembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.

2 things to look at

  • 16 days oldThe repository was created 16 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
  • 0 stars0 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.

What its author says it does

Copied from the file, not written here

Checklist final mecânico do PBI — executa scripts/check-gates.sh (G1–G4 por evidência em disco), orienta a regressão G5 e só então autoriza o merge serializado. Use quando perguntarem "pode mesclar?", "merge do PBI X", "fecha o PBI", "passou nos gates?". Somente o agente orchestrator.

SKILL.md

5.1 KB, as published. Nobody here has run it

merge-gate

Passos

  1. Obter o comando de testes do tech.md do projeto.
  2. Resolver onde a engine está instalada (necessário nos escopos hybrid/global, onde não é .kiro/skills/... direto — ver .kiro/scripts/kiro-paths.sh) e executar: ENGINE="$(bash .kiro/scripts/kiro-paths.sh)"; bash "$ENGINE/skills/merge-gate/scripts/check-gates.sh" <PBI> <slug> --test-cmd "<cmd>" [--track manutencao] Antes de rodar: se existir a branch qa/pbi/<PBI> (worktree QA em checkout sem src/), mescle-a em pbi/<PBI> no worktree do dev (git merge qa/pbi/<PBI>) — os testes do qa-blackbox precisam estar na branch que os gates avaliam. Escapes explícitos (nunca o default; todos ficam registrados em docs/reviews/<PBI>-gate.md): --no-new-criteria "<motivo>" (manutenção sem critério de aceitação novo — sem a flag, ausência de docs/tests-spec/<slug>.md REPROVA o G1) e --allow-blocked "<motivo>" (G2 com BLOCKED legítimo por falta de ambiente de smoke, ex.: legado WebForms/IIS). Sem --repo, o script resolve sozinho o worktree do PBI a partir da branch pbi/<ID> (git worktree list) e roda G1–G4 lá — nunca no diretório corrente por acidente. Se a branch existir sem worktree registrado, ele reprova cedo com a instrução de rodar .kiro/scripts/worktree.sh start <PBI>; não avance manualmente por cima disso. O script decide G1–G4 deterministicamente (exit 0/1). Não interprete além do script: sem evidência em disco = reprovado.
  3. Exit 1 → devolver ao papel dono do gate reprovado com a saída do script; registrar em docs/reviews/<PBI>-gate.md. FIM.
  4. Exit 0 (G1–G4 aprovados) → G5 é bloqueante por padrão: sem log de regressão, o próprio check-gates.sh já teria saído 1. Produza o log de verdade: na branch alvo, git merge --no-commit --no-ff pbi/<PBI> + suíte completa; git merge --abort em seguida (nunca deixar o merge não-commitado pendente). Registre o resultado com a linha-âncora G5: PASS ou G5: FAIL e, na linha seguinte, Commit: <sha do HEAD de pbi/<PBI> no momento do merge simulado> (git rev-parse pbi/<PBI>) — sem isso check-gates.sh reprova (B2: evidência precisa amarrar ao commit que vai mesclar de verdade). Revalide com check-gates.sh <PBI> <slug> --g5-log <arquivo>. Sem ambiente de integração disponível para simular o merge (caso raro, ex.: repo sem CI acessível): --skip-g5 "<motivo>" é o único escape — explícito e registrado em docs/reviews/<PBI>-gate.md, nunca silencioso.
  5. Verde (G5 real ou --skip-g5 registrado) → antes de mesclar, garanta que a evidência está commitada em pbi/<PBI> (docs/reviews/<PBI>-*.md, docs/tests-spec/<slug>.md) — commit só de paperwork (não invalida o vínculo evidência↔commit do B2, ver check-gates.sh). Sem isso, .kiro/scripts/worktree.sh finish já recusa remover o worktree (aborta em alterações não commitadas) — não contorne com --force pra "resolver" o aviso; commite de verdade. Aí sim: efetivar o merge de fato (serializado — um PBI por vez), git push origin <branch principal> e só então .kiro/scripts/worktree.sh finish <PBI> — o finish verifica merge-base --is-ancestor contra origin/<main>, então merge local sem push aborta com "não está mergeada em origin/<main>"; a resposta é o push, nunca --force. Vermelho → devolver ao dev.
  6. Após o merge efetivo: atualizar status: merged no brief docs/issues/<ID>.md, check-gates.sh bump-counter (agenda audit-integration a cada 5; após a auditoria acontecer, quem rearma é o auditor com check-gates.sh reset-counter) e acionar resolve-issue.

Saída — docs/reviews/<PBI>-gate.md (reprovação — passo 3 — ou registro de escape)

# Merge Gate — <PBI> (<slug>)
Executor: orchestrator  Data: <data>  Veredicto: REPROVADO
## Saída do check-gates.sh
<colar a saída completa do script — não resumir, não reinterpretar>
## Gate(s) reprovado(s) e devolvido(s) para
- G<n> → <papel dono> — <o que falta em disco>

G5 verde e merge efetivado: não precisa gerar este arquivo — a evidência do sucesso já é o próprio commit de merge + os arquivos G1–G4 que passaram. Exceção: se algum escape foi usado (--skip-g5, --no-new-criteria, --allow-blocked), o próprio check-gates.sh grava (idempotente, entre marcadores) o bloco de escapes neste arquivo — é o registro permanente de que o merge passou com dispensa explícita.

Regras

  • Este gate não avalia qualidade — confere evidência. O julgamento já aconteceu nos papéis anteriores.
  • Nunca editar os arquivos de docs/reviews/ para "fazer passar".
  • .kiro/scripts/worktree.sh finish --force nunca é resposta pro aviso de "alterações não commitadas" contendo evidência de gate — isso apaga a prova de que os gates passaram. --force é só pra descartar de propósito um worktree abandonado/errado.

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Skills are one crate of 328,083. Ordering is by how many stacks a row turns up in, so the top of any crate is what has actually been picked rather than what has the most stars.