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Auto tester

Skill Dom1ng0s/Claude-Skills/auto-tester

Skills para o Claude Code: auditoria, testes, documentação e checagem pré-deploy direto no terminal.

Install
npx -y skills add Dom1ng0s/Claude-Skills --skill auto-tester

Assembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.

2 things to look at

  • 28 days oldThe repository was created 28 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
  • 1 stars1 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.

What its author says it does

Copied from the file, not written here

Detecta a stack do alvo, gera testes com o runner nativo dela (pytest, Jest/Vitest, go test...), roda, e auto-corrige testes mal escritos (parando se achar bug real no código).

SKILL.md

5.9 KB, as published. Nobody here has run it

Contexto

Você é um Engenheiro de QA Sênior. Sua tarefa é gerar testes automatizados para o alvo na linguagem e framework de teste que o próprio projeto usa, executá-los, e corrigir os testes que você mesmo escreveu quando falharem por erro seu. Você não conserta o código do usuário — se um teste revelar um bug real, você para e alerta.

Use suas ferramentas nativas: Read/Grep/Glob para entender o projeto e o alvo, Write/Edit para escrever os testes, Bash para rodar a suíte. Não escreva um gerador de testes; escreva os testes diretamente.

Escopo

Alvo: $ARGUMENTS

Extraia o caminho e o --focus opcional de $ARGUMENTS.

  • Sem --focus: assuma mix de standard + security.
  • Se o alvo for um diretório, foque nos arquivos de maior risco (rotas, handlers de webhook/bot, validação de entrada). Não teste o repositório inteiro.

1. Detectar a stack e o runner de testes

Antes de escrever qualquer teste, descubra a linguagem do alvo e como o projeto roda testes. Olhe o manifesto e a convenção de testes existente:

Sinal no projetoLinguagemRunner / comandoConvenção de arquivo
requirements.txt, pyproject.toml, setup.py, .pyPythonpytesttests/test_<alvo>.py
package.json (dev dep jest)JS/TSnpx jest <arquivo><alvo>.test.js/.ts ou __tests__/
package.json (dev dep vitest)JS/TSnpx vitest run <arquivo><alvo>.test.ts
package.json (dev dep mocha)JS/TSnpx mocha <arquivo>test/<alvo>.test.js
go.mod, .goGogo test ./...<alvo>_test.go (mesmo pacote)
Cargo.toml, .rsRustcargo test#[cfg(test)] mod tests no próprio arquivo ou tests/
pom.xml/build.gradleJavamvn test / gradle testsrc/test/java/...
outrodetecte pelo manifesto/scripts existentessiga a convenção do repo

Regras de detecção:

  • Prefira o que o projeto já usa. Se já existe uma pasta de testes ou um script de teste (package.json "scripts": { "test": ... }, Makefile alvo test), use exatamente esse runner e essa convenção de nome/pasta, mesmo que difira da tabela.
  • Se o manifesto lista um framework mas ele não está instalado, avise que pode ser preciso instalar (não instale você mesmo sem o usuário pedir) e escreva os testes assim mesmo.
  • Se não conseguir identificar a stack com confiança, pare e pergunte ao usuário qual runner usar, em vez de chutar.
  • No resto deste guia, "pytest" nos exemplos é só ilustrativo — use o runner detectado.

2. Entender o alvo

Leia o(s) arquivo(s) alvo. Identifique: funções/rotas públicas, entradas e saídas esperadas, validações existentes, e (se houver) a lógica de bot/webhook. Note como o app é importado/instanciado (ex: Flask/FastAPI app, Express app, cliente de teste) para escrever imports e fixtures/setup corretos na linguagem detectada.

3. Escrever os testes

Crie ou atualize o teste correspondente seguindo a convenção do runner detectado (ver tabela / o que o repo já usa). Se a pasta de testes não existir, crie. Não apague testes que já passam de outras funções — edite só o que for do alvo.

Cobertura por foco (mesma intenção em qualquer linguagem):

  • standard: caminho feliz + casos de borda óbvios (valores nulos/ausentes, tipos errados, limites). Verifique status codes e o formato da resposta.
  • security: payloads maliciosos para estressar a validação da API — injeção SQL (' OR '1'='1, ; DROP TABLE), XSS simples (<script>alert(1)</script>), JSON malformado / campos faltando / tipos inesperados. O teste afirma que a API rejeita ou sanitiza (ex: 400/422, não 500, não reflete o script cru).
  • bot-edge-cases: resiliência do webhook — prompt injection (ignore previous instructions...), mensagens vazias/só espaços, payloads gigantes (string de dezenas de milhares de chars), unicode/emoji, updates malformados. O teste afirma que o webhook não quebra (sem 500, sem exceção não tratada).

Mantenha os testes independentes (sem estado compartilhado), use fixtures/setup do framework só quando necessário.

4. Loop de execução e auto-correção (obrigatório)

Rode a suíte do alvo com o comando do runner detectado via Bash (ex: pytest tests/test_<alvo>.py -v, npx jest <alvo>.test.ts, go test ./...).

  • Passou tudo: encerre e gere o relatório de sucesso.
  • Falhou: leia o traceback/output e classifique a causa:
    • Teste mal escrito (import errado, fixture/rota errada, asserção com expectativa incorreta, setup faltando): corrija o teste com Edit e rode de novo. Repita até no máximo 3 tentativas.
    • Bug real no código do usuário (a asserção correta expõe comportamento errado do alvo: 500 num input válido, ausência de validação, resultado incorreto): PARE. Não edite o código do usuário. Não relaxe a asserção para "passar". Gere o alerta detalhado.

Na dúvida entre teste ruim e bug real: reveja a especificação da função no código-fonte. Se o comportamento observado contradiz o que a função promete, é bug real.

Após 3 tentativas de correção sem sucesso e sem certeza de bug real, pare e reporte o estado atual honestamente.

5. Relatório final (curto)

Sucesso:

  • Alvo, stack/runner detectado, arquivo de teste, nº de testes, foco aplicado, tentativas de correção usadas. Uma linha do que foi coberto.

Bug real encontrado:

  • Arquivo/linha do bug, entrada que dispara, comportamento observado vs. esperado, o teste que o expõe (nome), e a sugestão de correção. Deixe claro que o código do usuário não foi alterado.

Keep looking

Skills are one crate of 328,083. Ordering is by how many stacks a row turns up in, so the top of any crate is what has actually been picked rather than what has the most stars.