Dotnet observability
Use quando a tarefa implementa ou altera health checks, liveness/readiness/startup probes, logging correlacionado, ActivitySource, métricas ou telemetria .NET. Não use para o checklist completo de deploy nem para uma investigação de performance isolada.From its SKILL.md
npx -y skills add tassosgomes/my-skills --skill dotnet-observabilityAssembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.
2 things to look at
- no licenseNo license file was found in the repository. Code published without one is not open source by default, so using it at work is a question for whoever answers licensing questions where you are.
- 7 stars7 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.
SKILL.md
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Observabilidade .NET
Esta skill trata da instrumentação e dos sinais operacionais do serviço. O gate de produção fica
em dotnet-production-readiness; tuning de latência, queries ou cache fica em
dotnet-performance.
Regras normativas
- Use OpenTelemetry como padrão de tracing/telemetria e propague
TraceId/SpanIdquando houver contexto. - Use logging estruturado com scopes; inclua contexto operacional sem registrar secrets, tokens, credenciais ou dados pessoais desnecessários.
- Crie
ActivitySource/spans para operações críticas, registre atributos e exceções e encerre spans de forma garantida. - Exponha health checks separados por intenção: liveness não depende de serviços externos, readiness verifica dependências necessárias para receber tráfego e startup cobre inicialização.
- Use tags, timeouts e status
Healthy/Degraded/Unhealthycoerentes com a dependência. - PostgreSQL é o exemplo padrão; Oracle só é alternativa para serviços que realmente o utilizam.
- Ajuste níveis e exportadores por ambiente; não use configuração de desenvolvimento como padrão de produção.
Roteamento sob demanda
Para configurações completas, leia apenas a referência de observabilidade. Ela contém exemplos de health checks, Kubernetes, scopes, logging, tracing e checklist. Não a carregue para uma tarefa que apenas revisa uma query ou valida um deploy.
Checklist do diff
- O sinal implementado responde a uma pergunta operacional clara.
- Liveness, readiness e startup não foram misturados.
- Health checks têm tags, timeout e status apropriados.
- Logs são estruturados e correlacionáveis sem dados sensíveis.
- Spans são encerrados e exceções são registradas com contexto seguro.
- Métricas e exportadores respeitam o ambiente.
- O endpoint e o comportamento esperado estão cobertos por teste focado.