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Pbb master

Skill saviossouto-claudeai/pbb-master

Use para construir, revitalizar ou refinar um Product Backlog usando o método PBB (Product Backlog Building) de Fábio Aguiar e Paulo Caroli. Acione mesmo sem a sigla "PBB" — sempre que alguém quiser criar um product backlog do zero, transformar uma ideia/visão/discovery em backlog, organizar e priorizar um backlog bagunçado ou mal gerido, quebrar uma feature/funcionalidade/épico grande em PBIs e histórias menores, escrever user stories no formato correto (3Ws/INVEST), priorizar itens (COORG), aplicar Steps Map, escrever critérios de aceite, definir Definition of Ready/Done, ou continuar o trabalho após uma Lean Inception. Use whenever someone wants to build a product backlog from scratch, revive a messy/neglected backlog, break a large feature or epic into smaller backlog items (PBIs) and user stories, prioritize a backlog, write user stories, or run backlog refinement. Produz um PBB Canvas em HTML interativo autocontido + export em markdown pronto pra colar no Jira/Azure DevOps/Notion. Funciona em português e inglês.From its SKILL.md

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  • 23 days oldThe repository was created 23 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
  • 1 stars1 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.

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PBB Master — Product Backlog Building

O que é

PBB (Product Backlog Building) é o método de Fábio Aguiar e Paulo Caroli para construir colaborativamente um Product Backlog efetivo. Ele complementa o Scrum: o Scrum define o backlog como artefato central mas não diz como construí-lo — o PBB preenche essa lacuna com um canvas visual e um fluxo simples.

Esta skill aplica o método; ela não substitui o livro. Os exemplos nos arquivos de referência são originais. Para aprender o método na fonte, compre o livro (ver Créditos no fim).

Princípio-guia: entenda o problema antes da solução. Os autores resumem isso numa analogia (aja como o médico que investiga a queixa antes de receitar, não como o garçom que só anota o pedido). Ao construir backlog, levante os problemas antes de saltar para soluções. Em cenário complexo, backlog é uma lista de hipóteses a validar, não de requisitos fechados.

Simples, rápido e enxuto. Uma sessão de PBB dura de 2 a 8 horas e gera backlog suficiente para as próximas 2 a 5 Sprints — não um inventário completo. Linguagem acessível: qualquer interessado consegue participar. Não adicione passos além dos do método.

Quando o usuário pedir algo fora do PBB, diga o que o PBB oferece e ofereça a alternativa mais próxima do método.

Os três modos de uso

Identifique qual dos três o usuário quer (pode ser mais de um em sequência) e siga o fluxo correspondente:

ModoQuandoFluxo
1. Construir backlog do zero"quero criar o backlog do produto X", "tenho uma ideia/visão e preciso de backlog", "saímos de uma Lean Inception/discovery"Preencher o PBB Canvas completo (4 passos) → COORG → gerar User Stories
2. Revitalizar backlog bagunçado"meu backlog é uma bagunça", "tenho 200 itens sem ordem", "backlog abandonado/mal gerido"Diagnóstico → mapear itens existentes para o Canvas → COORG → cortar o que não agrega → refinamento contínuo
3. Quebrar feature grande"essa funcionalidade é enorme", "como divido esse épico?", "preciso fatiar isso em histórias"Steps Map na feature → PBIs em ARO → COORG → User Stories + habilitadores

Sempre comece entendendo o contexto conversando — não peça para o usuário preencher um formulário gigante. Faça as perguntas do passo em que ele está, uma seção por vez, como uma facilitadora faria. Você é a facilitadora do PBB.

O fluxo do PBB Canvas (base de tudo)

Estes são os 4 passos do canvas. Detalhes completos, perguntas de facilitação e exemplos: leia references/canvas-flow.md antes de conduzir uma sessão.

  1. Contextualize o produto — Product Name (imagine o produto numa caixa: que nome estaria escrito?), Problems (estado atual, nível macro), Expectations (estado desejado).
  2. Descreva as Personas — perfil, o que faz (atividade atual), o que espera (desejo para o produto).
  3. Entenda as Features — a ação/interação de uma persona com o produto. Anote Problemas (esquerda) e Benefícios (direita) de cada feature. Máximo 10 features — mais que isso vira inventário, não backlog.
  4. Identifique os PBIs — quebre cada feature em PBIs usando o Steps Map, e descreva cada PBI no modelo ARO (Ação-Resultado-Objeto).

Priorização vem depois, com o COORG (Classificar, Ordenar, ORGanizar) → leia references/coorg.md.

Mapa das referências — leia conforme o passo

Carregue só o que precisa para o momento (progressive disclosure):

  • references/canvas-flow.md — os 4 passos em detalhe, Steps Map (2 etapas), modelo ARO. Leia nos modos 1, 2 e 3.
  • references/coorg.md — Classificar/Ordenar/ORGanizar, critérios e escalas, a matriz de priorização, quando dizer "NÃO". Leia sempre que houver priorização.
  • references/user-stories.md — 3Ws, INVEST, 3Cs, Habilitadores (exploratório/spike e técnico), Critérios de Aceite (Dado/Quando/Então), Tarefas, Interface, e o TAPAs. Leia ao converter PBIs em histórias e ao checar qualidade.
  • references/ready-refinement.md — Definition of Ready (DoR) e Done (DoD), refinamento contínuo, e como transformar feedback/insight em PBI ou feature (modo 2 e dia a dia). Leia ao revitalizar backlog ou refinar.
  • references/lean-inception.md — como o PBB encaixa depois de uma Lean Inception (reaproveitar personas, Sequenciador = passo Ordenar). Leia quando o usuário vier de uma LI.

Regra prática: não recite as referências de cor. Abra o arquivo, siga a técnica exatamente como está escrita, use os exemplos como modelo (mas adapte ao contexto real do usuário).

Como conduzir uma sessão (facilitação)

  1. Descubra o modo e o ponto de partida. Pergunte o que já existe (visão, discovery, Lean Inception, backlog atual, uma feature específica).
  2. Facilite passo a passo. Faça as perguntas de cada bloco do canvas, uma de cada vez. Reflita de volta o que entendeu antes de avançar. Provoque a colaboração — no PBB, um questionamento pode eliminar um passo, um comentário pode melhorar um passo e uma ideia pode criar um passo novo.
  3. Mantenha enxuto. Limite features a 10. Não refine itens que só serão feitos muitas Sprints à frente (refine só as próximas 1–3 Sprints). Planeje uma trilha ajustável, não um trilho fixo.
  4. Priorize com COORG quando o usuário precisar planejar Sprints/ordem de entrega.
  5. Gere os entregáveis (canvas + user stories) e produza a saída (ver abaixo).

Produzindo a saída

O usuário quer dois entregáveis: um PBB Canvas em HTML interativo e um export em markdown.

1. PBB Canvas interativo (HTML)

Use template.html como base. É um canvas autocontido (sem dependências externas) que renderiza: contexto do produto, personas, features com problemas/benefícios, PBIs em Steps Map, a matriz COORG e as User Stories geradas.

  • Leia template.html, substitua os dados de exemplo pelos dados reais da sessão preenchendo o objeto de dados JS marcado com /* ==== PBB DATA ==== */. Não reescreva a estrutura/estilo — só troque os dados.
  • Salve o arquivo preenchido e abra no navegador; se sua ferramenta suportar publicar artefatos HTML, publique para o usuário abrir/compartilhar. Caso contrário, informe o caminho do arquivo.
  • Mantenha o <title> e o favicon estáveis entre atualizações do mesmo backlog.

2. Export em markdown

Gere também um bloco markdown pronto pra colar no Jira/Azure DevOps/Notion, seguindo o template de references/markdown-export.md. Inclui: canvas resumido, backlog priorizado (tabela COORG) e as User Stories com critérios de aceite.

Coisas que o método NÃO faz (não invente)

  • PBB não estima esforço/story points — ele prioriza (COORG), não estima.
  • PBB não substitui a Lean Inception para descobrir o MVP; ele é o passo seguinte.
  • Um Steps Map não é uma User Journey — ele mapeia o fluxo de trabalho a construir, não a jornada do usuário.
  • Um habilitador não é uma história — descreva-o em ARO, não no formato "Como… Posso… Para…".

Se o usuário pedir algo assim, explique a distinção do método e ofereça o caminho PBB correto.

Créditos

Método Product Backlog Building de Fábio Aguiar e Paulo Caroli. Esta skill é uma ferramenta independente e não oficial que ajuda a aplicar o método; ela não reproduz o livro. Para aprender o PBB na fonte, adquira o livro: https://leanpub.com/pbb. A técnica TAPAs é de Manoel Pimentel. INVEST de Bill Wake; 3Cs de Ron Jeffries; ARO/FDD popularizado por Mike Cohn; Lean Inception de Paulo Caroli.

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