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Pr00f

Skill maxkle1nz/deviance-skills/claude/pr00f

Use for NEW exploratory features (the answer isn't known yet) in any repo: the pr00f rite — Prove First, Design After. Phase P: isolated lab (worktree + own runtime + fixture), contract battery born RED before any code, spike to GREEN without touching asserts, adversarial+property harness up to a real oracle (compiler/self-hosting), independent verification. Phase D: the PRD/UML is DISTILLED from the wave artifacts with proof-addresses on every claim, confronted via the world-conditions and organism-intersection matrices, surfaces per actor (human screens/ASCII flows; agent contract-as-UX), one askgod verdict, owner ratification. Trigger when the user says pr00f, 'prove primeiro', 'spike isolado', or a feature is exploratory with a cheap objective oracle and cheap isolation. NOT for CRUD/obvious features (normal flow), not for landing to production (GOD-loop verdict rules still apply), not a substitute for compiler/tests.From its SKILL.md

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npx -y skills add maxkle1nz/deviance-skills --skill pr00f

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SKILL.md

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pr00f — Prove First, Design After

Por que existe (provado, não presumido): no caso-piloto (verbo transplant do m1nd, 2026-07-20), o rito produziu em UM dia um verbo inédito no mercado com 1.706 testes verdes — e o harness pescou dois bugs reais que nenhum design teria previsto (corrupção dest-é-referenciador, achada por property-testing no caso 4/32; lei do visibility-bump E0603, forçada pelo oráculo self-hosting em código real). Um PRD escrito antes teria sido um PRD errado com confiança. A inversão que mais paga não é "código antes de PRD" — é harness antes de código.

Régua de invocação (as 3 condições — faltou uma, use o fluxo normal)

  1. Exploratório de verdade: a resposta não é conhecida (feature nova, mecânica inédita). CRUD e feature óbvia NÃO entram.
  2. Oráculo objetivo barato: existe um juiz não-LLM do "funciona" (compilador, teste E2E, invariante verificável).
  3. Isolamento barato: dá para errar sem custo (worktree, runtime próprio, fixture).

O GOD-loop continua soberano para LANDAR: o spike isolado não landa nada; promover à árvore real segue exigindo verdict. O pr00f desloca o verdict para DEPOIS da prova — nunca o elimina.

FASE P — Prove

  1. Lab isolado: worktree próprio (git worktree add) + runtime/estado do sistema isolados (portas, registries, dirs próprios — produção intocável por contrato) + fixture canônico pequeno que encena o cenário central. Documentar o lab num README autodescritivo (operar, smoke, gate, limpeza total).
  2. Battery RED antes de qualquer linha: testes de contrato que fixam o OBSERVÁVEL (disco, saída, estado) — na tradição "compilam agora, falham até a implementação existir". Os asserts são sagrados: a implementação nunca os edita; o RED deve morrer pelo motivo certo (verbo inexistente, não erro genérico).
  3. Spike até GREEN — reuse-first (escrever através da infra existente, nunca duplicar atômico/rollback/etc.), gates da casa por commit (fmt/clippy/lint locais), commits-checkpoint frequentes (cada passo compilável — restarts de host não podem apagar progresso).
  4. Harness de stress (a alma do rito): fixtures adversariais de mundo sujo · certificado "nada além do pretendido mudou" (estrutural, não string-diff) · round-trip quando aplicável · property-based testing (proptest/fast-check; contra-exemplos encolhidos viram regressão pinada e eterna) · atomicidade sob falha injetada · e o oráculo supremo: exercitar em código REAL do próprio sistema (self-hosting) com o juiz objetivo (compilador) e restauração garantida (guard com Drop/trap).
  5. Verificação independente: o orquestrador re-roda os gates com as próprias mãos, lê o diff real e faz um exercício modo-vivo (o sistema servindo de verdade) antes de declarar. Nunca confiar no relatório de quem implementou.
  6. Relatório de onda (obrigatório, é meio-PRD): o que a infra respondeu vs o que precisou de fallback · decisões com rationale de 1 linha · limitações HONESTAS · números de performance · lista de commits. Gate enfraquecido = reportado como enfraquecido, nunca silenciado.

FASE D — Design After (só com o core GREEN nos gates que existem)

O spike prova a física; o PRD faz a engenharia da casa — montar o sistema no mundo real (outros, tempo, acidente, consequência), do jeito do dono: o que serve ao projeto, sem overengineering, universal.

Metade 1 — Destilação (fiel e barata)

  • UM autor (PRD/UML = assento Fable, regra da casa), proibição estrutural de pesquisa nova: o que não está nos artefatos das ondas vira "decisão aberta", não investigação.
  • Toda frase normativa carrega endereço de prova: [prova: arquivo::teste], [medido: N, onda X] ou [aberto]. PRD auditável mecanicamente.
  • UML extraído-e-curado, nunca inventado: estrutura gerada da fonte (grafo/assinaturas reais), o autor só corta ruído e destaca; statecharts para todo subsistema com estado, cada transição apontando o teste que a prova.
  • Documento único, fractal com teto: sistema (1 pág: missão, invariantes, fronteiras) → subsistema (1 seção: contrato + mini-UML + provas) → abaixo disso, LINK para código/teste. Seção querendo passar de ~1 página ganha um teste ou um link, nunca mais prosa.

Metade 2 — Confronto (onde o não-pensado aparece)

  • Matriz de condições do mundo (a régua Stati & Invarianti do CLAUDE.md, aplicada a verbo OU tela): 0/1/N/MUITOS × com/sem dado × degenerado × concorrente × offline/lento — por ATOR e por dado.
  • Matriz de interseção com o organismo: cada subsistema existente × a feature nova — "o que acontece quando se tocam?" (autoridade, receipts, zonas protegidas, concorrência, superfícies, memórias). É esta tabela que transforma spike em órgão.
  • Verdict-caçador: askgod UMA vez, com as matrizes anexas, perguntando explicitamente "o que este PRD não pensou?" — depois correções e ratificação do dono.

Superfícies por ator (obrigatório, universal)

  • Humano: telas/fluxos (ASCII flows quando houver terminal/CLI) + 5 stati por tela — vazio · carregando · parcial · erro · ideal (ver CLAUDE.md § Stati & Invarianti; invariantes específicos no AGENTS.md do repo).
  • Agente: a UX é o contrato — schema, mensagens de erro como prompt-contract (o erro ensina o retry), receipt honesto (zeros explícitos, campos *_unresolved nunca silenciados) + ASCII flow do loop agente↔verbo↔retry. 5 stati de verbo: vazio (alvo não existe) · carregando (preview pendente) · parcial (unresolved > 0) · erro (recusa honesta que não muda um byte) · ideal.

Gates da fase D

  • Anti-overengineering (regra dura): todo requisito aponta uma dor provada ou uma aresta nomeada; requisito órfão = cortado.
  • Destinos de aresta (nada fica pendurado): cada aresta descoberta fecha em (a) design (contrato/decisão, sem código), (b) battery — volta ao lab como RED e só entra no PRD quando GREEN, ou (c) fronteira honesta declarada e numerada, com o erro que o usuário verá.
  • Anti-deriva: ideia nova surgida durante a escrita vira battery RED, nunca prosa. O Design After é OBRIGATÓRIO — sem ele o rito degenera em cowboy coding com testes.
  • Honestidade colada nos números: "N testes verdes" viaja SEMPRE com as fronteiras ("verde dentro de X, Y, Z; fora disso, recusa/não coberto").

Saída

  • PRD/UML no repo do projeto (entra no burst com o doc-gate normal).
  • Onde o m1nd atender: ingerir o PRD como documento L1GHT (claims com evidence repo-relativo) — os claims viram nós do grafo e o document_drift vigia o envelhecimento do design.

DRY

Esta skill APONTA e nunca copia: CLAUDE.md § Stati & Invarianti (5 stati, condições do mundo), § Reuse-first, § Protected Money Zone, § GOD loop (verdict para landar), § git/burst (commits locais vs PR). Detalhe operacional do caso-piloto: ~/m1nd-lab/README.md + memórias transplant-* no brain do m1nd.

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