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Pr00f

Skill maxkle1nz/deviance-skills/claude/pr00f

Operational doctrine as installable skills for Claude Code and Codex — the DEViance Intelligence method pack.

Install
npx -y skills add maxkle1nz/deviance-skills --skill pr00f

Assembled from the repository path, not quoted from the project. Check it against their README if it does not work.

2 things to look at

  • 14 days oldThe repository was created 14 days ago. New is not bad, but a brand new repository carrying a familiar-sounding name is the shape a typosquat arrives in, and there has been no time for anyone else to find a problem with it.
  • 2 stars2 stars. Stars are a popularity signal and not a quality one, but at this level it is likely that nobody has read this closely except its author, and you would be relying on your own review.

What its author says it does

Copied from the file, not written here

Use for NEW exploratory features (the answer isn't known yet) in any repo: the pr00f rite — Prove First, Design After. Phase P: isolated lab (worktree + own runtime + fixture), contract battery born RED before any code, spike to GREEN without touching asserts, adversarial+property harness up to a real oracle (compiler/self-hosting), independent verification. Phase D: the PRD/UML is DISTILLED from the wave artifacts with proof-addresses on every claim, confronted via the world-conditions and organism-intersection matrices, surfaces per actor (human screens/ASCII flows; agent contract-as-UX), one askgod verdict, owner ratification. Trigger when the user says pr00f, 'prove primeiro', 'spike isolado', or a feature is exploratory with a cheap objective oracle and cheap isolation. NOT for CRUD/obvious features (normal flow), not for landing to production (GOD-loop verdict rules still apply), not a substitute for compiler/tests.

SKILL.md

8.0 KB, as published. Nobody here has run it

pr00f — Prove First, Design After

Por que existe (provado, não presumido): no caso-piloto (verbo transplant do m1nd, 2026-07-20), o rito produziu em UM dia um verbo inédito no mercado com 1.706 testes verdes — e o harness pescou dois bugs reais que nenhum design teria previsto (corrupção dest-é-referenciador, achada por property-testing no caso 4/32; lei do visibility-bump E0603, forçada pelo oráculo self-hosting em código real). Um PRD escrito antes teria sido um PRD errado com confiança. A inversão que mais paga não é "código antes de PRD" — é harness antes de código.

Régua de invocação (as 3 condições — faltou uma, use o fluxo normal)

  1. Exploratório de verdade: a resposta não é conhecida (feature nova, mecânica inédita). CRUD e feature óbvia NÃO entram.
  2. Oráculo objetivo barato: existe um juiz não-LLM do "funciona" (compilador, teste E2E, invariante verificável).
  3. Isolamento barato: dá para errar sem custo (worktree, runtime próprio, fixture).

O GOD-loop continua soberano para LANDAR: o spike isolado não landa nada; promover à árvore real segue exigindo verdict. O pr00f desloca o verdict para DEPOIS da prova — nunca o elimina.

FASE P — Prove

  1. Lab isolado: worktree próprio (git worktree add) + runtime/estado do sistema isolados (portas, registries, dirs próprios — produção intocável por contrato) + fixture canônico pequeno que encena o cenário central. Documentar o lab num README autodescritivo (operar, smoke, gate, limpeza total).
  2. Battery RED antes de qualquer linha: testes de contrato que fixam o OBSERVÁVEL (disco, saída, estado) — na tradição "compilam agora, falham até a implementação existir". Os asserts são sagrados: a implementação nunca os edita; o RED deve morrer pelo motivo certo (verbo inexistente, não erro genérico).
  3. Spike até GREEN — reuse-first (escrever através da infra existente, nunca duplicar atômico/rollback/etc.), gates da casa por commit (fmt/clippy/lint locais), commits-checkpoint frequentes (cada passo compilável — restarts de host não podem apagar progresso).
  4. Harness de stress (a alma do rito): fixtures adversariais de mundo sujo · certificado "nada além do pretendido mudou" (estrutural, não string-diff) · round-trip quando aplicável · property-based testing (proptest/fast-check; contra-exemplos encolhidos viram regressão pinada e eterna) · atomicidade sob falha injetada · e o oráculo supremo: exercitar em código REAL do próprio sistema (self-hosting) com o juiz objetivo (compilador) e restauração garantida (guard com Drop/trap).
  5. Verificação independente: o orquestrador re-roda os gates com as próprias mãos, lê o diff real e faz um exercício modo-vivo (o sistema servindo de verdade) antes de declarar. Nunca confiar no relatório de quem implementou.
  6. Relatório de onda (obrigatório, é meio-PRD): o que a infra respondeu vs o que precisou de fallback · decisões com rationale de 1 linha · limitações HONESTAS · números de performance · lista de commits. Gate enfraquecido = reportado como enfraquecido, nunca silenciado.

FASE D — Design After (só com o core GREEN nos gates que existem)

O spike prova a física; o PRD faz a engenharia da casa — montar o sistema no mundo real (outros, tempo, acidente, consequência), do jeito do dono: o que serve ao projeto, sem overengineering, universal.

Metade 1 — Destilação (fiel e barata)

  • UM autor (PRD/UML = assento Fable, regra da casa), proibição estrutural de pesquisa nova: o que não está nos artefatos das ondas vira "decisão aberta", não investigação.
  • Toda frase normativa carrega endereço de prova: [prova: arquivo::teste], [medido: N, onda X] ou [aberto]. PRD auditável mecanicamente.
  • UML extraído-e-curado, nunca inventado: estrutura gerada da fonte (grafo/assinaturas reais), o autor só corta ruído e destaca; statecharts para todo subsistema com estado, cada transição apontando o teste que a prova.
  • Documento único, fractal com teto: sistema (1 pág: missão, invariantes, fronteiras) → subsistema (1 seção: contrato + mini-UML + provas) → abaixo disso, LINK para código/teste. Seção querendo passar de ~1 página ganha um teste ou um link, nunca mais prosa.

Metade 2 — Confronto (onde o não-pensado aparece)

  • Matriz de condições do mundo (a régua Stati & Invarianti do CLAUDE.md, aplicada a verbo OU tela): 0/1/N/MUITOS × com/sem dado × degenerado × concorrente × offline/lento — por ATOR e por dado.
  • Matriz de interseção com o organismo: cada subsistema existente × a feature nova — "o que acontece quando se tocam?" (autoridade, receipts, zonas protegidas, concorrência, superfícies, memórias). É esta tabela que transforma spike em órgão.
  • Verdict-caçador: askgod UMA vez, com as matrizes anexas, perguntando explicitamente "o que este PRD não pensou?" — depois correções e ratificação do dono.

Superfícies por ator (obrigatório, universal)

  • Humano: telas/fluxos (ASCII flows quando houver terminal/CLI) + 5 stati por tela — vazio · carregando · parcial · erro · ideal (ver CLAUDE.md § Stati & Invarianti; invariantes específicos no AGENTS.md do repo).
  • Agente: a UX é o contrato — schema, mensagens de erro como prompt-contract (o erro ensina o retry), receipt honesto (zeros explícitos, campos *_unresolved nunca silenciados) + ASCII flow do loop agente↔verbo↔retry. 5 stati de verbo: vazio (alvo não existe) · carregando (preview pendente) · parcial (unresolved > 0) · erro (recusa honesta que não muda um byte) · ideal.

Gates da fase D

  • Anti-overengineering (regra dura): todo requisito aponta uma dor provada ou uma aresta nomeada; requisito órfão = cortado.
  • Destinos de aresta (nada fica pendurado): cada aresta descoberta fecha em (a) design (contrato/decisão, sem código), (b) battery — volta ao lab como RED e só entra no PRD quando GREEN, ou (c) fronteira honesta declarada e numerada, com o erro que o usuário verá.
  • Anti-deriva: ideia nova surgida durante a escrita vira battery RED, nunca prosa. O Design After é OBRIGATÓRIO — sem ele o rito degenera em cowboy coding com testes.
  • Honestidade colada nos números: "N testes verdes" viaja SEMPRE com as fronteiras ("verde dentro de X, Y, Z; fora disso, recusa/não coberto").

Saída

  • PRD/UML no repo do projeto (entra no burst com o doc-gate normal).
  • Onde o m1nd atender: ingerir o PRD como documento L1GHT (claims com evidence repo-relativo) — os claims viram nós do grafo e o document_drift vigia o envelhecimento do design.

DRY

Esta skill APONTA e nunca copia: CLAUDE.md § Stati & Invarianti (5 stati, condições do mundo), § Reuse-first, § Protected Money Zone, § GOD loop (verdict para landar), § git/burst (commits locais vs PR). Detalhe operacional do caso-piloto: ~/m1nd-lab/README.md + memórias transplant-* no brain do m1nd.

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